Tudo o que você precisa saber para abrir uma loja virtual

por | 22/08/2018 | artigos especiais, ecommerce

O avanço da tecnologia e o uso massivo de smartphones, sem dúvida, abriram caminho para a expansão do comércio eletrônico. Tanto lojistas que já possuíam espaço físico quanto empreendedores que apostam exclusivamente na internet renderam-se às vendas online. É verdade que abrir uma loja virtual é mais rápido e barato, mas acredite: para ingressar nesse mercado, é preciso estar preparado.

Ter “portas” abertas 24 horas por dia e tráfego livre para receber quantos clientes quiser é uma grande vantagem em relação ao varejo tradicional. Por outro lado, isso traz novas demandas e desafios para o empreendedor.

Sendo assim, para quem quer começar, a principal dica é planejar-se e conhecer a fundo o nicho em que pretende atuar.

Ficou interessado? Quer saber como abrir uma loja virtual? Então, confira o passo a passo que preparamos para você. Vamos lá?

Escolha um nicho de mercado

Levando-se em consideração que é possível vender praticamente de tudo na internet, é muito importante definir o nicho de mercado em que se pretende atuar.

Vale lembrar que, quanto mais óbvio for seu negócio, maior será a concorrência. Tenha em mente também que se os seus concorrentes diretos forem as grandes redes, por exemplo, competir será ainda mais difícil, já que elas têm maior capacidade de negociação com fornecedores.

Sendo assim, para montar uma loja virtual, procure um nicho de mercado ainda pouco explorado. Será mais fácil construir uma clientela fiel e engajada. Depois, caso alguém resolva copiar a sua ideia, seu empreendimento já estará maduro o suficiente, o que vai manter sua competitividade alta.

Porém, de qualquer forma, o que faz mesmo a diferença na hora de criar uma loja online é começar por algo que você conheça bem. Essa é a melhor maneira de articular parcerias, escolher fornecedores e montar uma estratégia de marketing eficaz.

Quando se conhece a fundo um produto ou serviço, os argumentos para convencer o público a comprá-lo são naturais. Logo, as vendas fluem com muito mais facilidade.

Defina o nome da sua loja virtual

Com nicho de mercado definido, chegou a hora de escolher o nome e o domínio da loja virtual. Aliás, o endereço eletrônico do seu empreendimento — também conhecido como URL — é o que vai identificá-lo entre tantos outros existentes por aí.

Para uma escolha acertada do domínio, considere alguns pontos:

  • use uma palavra-chave que define o negócio junto do nome da marca. Isso ajuda a posicionar o site nos mecanismos de busca;
  • opte por nomes curtos e de grafia simples, evitando sempre caracteres especiais e termos estrangeiros;
  • prefira domínios terminados em .com.br. Eles garantem melhor posicionamento regional.

Contrate uma hospedagem de qualidade

Depois do registro do domínio, é necessário hospedá-lo em um servidor. Há muitas empresas que prestam esse serviço no mercado, por isso você deve ficar atento a alguns requisitos básicos antes de optar por uma delas. Veja logo abaixo.

Capacidade de armazenamento

A tendência é que a loja virtual aumente de tamanho à medida que você insere produtos e informações, exigindo cada vez mais espaço no servidor. Por isso, verifique sua capacidade de armazenamento e faça também uma projeção de custos.

Limite de tráfego

Quando um servidor tem limite de tráfego, assim que esse teto é atingido, o site fica fora do ar. Isso, para um e-commerce, significa vendas perdidas. Sendo assim, certifique-se da amplitude desse limite, afinal, você não quer um problema desse tipo em plena Black Friday, por exemplo, certo?

Disponibilidade do servidor

A taxa de disponibilidade do servidor corresponde ao tempo que ele fica no ar sem apresentar nenhum tipo de problema, ou seja, sem ocasionar a queda dos sites hospedados nele.

Taxas maiores garantem mais estabilidade à sua loja virtual. Portanto, leve isso em consideração.

Suporte

Qualquer falha no seu site deve ser rapidamente corrigida. Por isso, verifique se o servidor de hospedagem oferece o suporte tecnológico necessário, com diferentes formas de contato e atendimento 24 horas.

Preço

Um serviço caro de hospedagem não significa, de forma alguma, qualidade. Sabendo disso, compare preços e benefícios. Antes de se decidir, procure também recomendações de outros usuários.

Estruture a plataforma

A escolha da plataforma para loja virtual é, sem dúvida, uma das decisões mais importantes no processo de criação do empreendimento. Isso por que ela é a base do e-commerce — tudo o que você construir estará apoiado nela.

Portanto, é essencial que a plataforma seja de qualidade e flexível, isto é, que possibilite alterações conforme suas necessidades e preferências.

Um erro muito comum é optar por plataformas pequenas e limitadas, o que acaba impedindo que o negócio cresça na máxima velocidade. Claro que sempre é possível trocar posteriormente, mas o ideal é que se trabalhe com a mesma por, pelo menos, 3 anos. Depois desse período, a própria expansão do e-commerce acaba obrigando o empreendedor a mudar.

No mercado, existem 3 tipos de plataformas:

  • gratuitas — são limitadas e não permitem customizações;
  • de código aberto — gratuitas, porém exigem que você tenha conhecimentos de programação ou que contrate um especialista;
  • pagas — oferecem a possibilidade de customização e suporte de qualidade, mas cobram uma porcentagem da receita da empresa.

Ao escolher uma plataforma, verifique também os seguintes itens:

Navegabilidade

As páginas precisam carregar rapidamente, com menus bem distribuídos e fáceis de achar. Confira se é permitido construir uma hierarquia de categorias para otimizar a busca de produtos. Enfim, você deve procurar uma plataforma que facilite a interação dos usuários com a loja virtual.

Funcionalidade

Esse item tem a ver com a capacidade de gerenciamento do e-commerce. A plataforma precisa disponibilizar recursos que garantam a coleta e análise de dados. Além disso, verifique se é possível extrair gráficos, relatórios ou outros tipos de conteúdo analítico.

Integração

Plataformas que podem ser integradas a outras ferramentas permitem a automatização da gestão e ainda contribuem para resultados mais rápidos. E isso será fundamental conforme sua loja for crescendo. Novos recursos passarão a ser importantes para melhorar sua capacidade de analisar resultados e escalar vendas.

Capriche no template

O template nada mais é do que a parte visual da sua loja virtual. Ele é importante exatamente porque define a sua cara na internet.

Sendo assim, lembre-se de que modelos prontos podem fazer com que seu e-commerce fique muito parecido com outros, perdendo um pouco da sua identidade. Por isso, o ideal é optar por templates que possam ser customizados conforme a sua realidade.

Na hora de definir o template da sua loja virtual, fique atento aos aspectos que listamos abaixo.

Fontes

É o tipo de letra usado. Prefira sempre as fontes limpas, isto é, evite as letras rebuscadas ou com serifas. Isso porque elas não podem, de forma alguma, prejudicar a leitura do usuário da internet, inclusive no mobile.

Cores

A paleta de cores do template deve ser formada por tons que se complementam, formando um conjunto harmônico. A dica é evitar cores fortes, brilhantes ou fosforescentes. Deixe para usar tons contrastantes apenas nos elementos-chaves da página, como botões de ações ou ofertas.

Busca interna

Um bom template deve ter uma ferramenta de busca eficiente, o que agiliza a navegação dos usuários, que poderão encontrar rapidamente os produtos que procuram.

Informações

Devem estar bem visíveis as seguintes informações:

  • descrição do produto;
  • dados técnicos;
  • preço;
  • formas de pagamento;
  • frete.

Decida sobre as formas de pagamento

Como o recebimento correto dos pagamentos é fundamental para que seu e-commerce opere de forma saudável, esse item merece uma atenção especial.

Existem, basicamente, 3 maneiras de cobrança online:

Intermediadores de pagamentos

São simples de utilizar e muito recomendados para quem está começando um negócio na internet. Isso porque, além da praticidade técnica, eles fazem o adiantamento de recebíveis e assumem o risco de fraudes.

Os intermediadores cobram, geralmente, uma taxa fixa por transação e um percentual sobre o valor da venda.

Gateways de pagamento

Oferecem soluções mais robustas e, assim, garantem conexões mais estáveis com redes como Cielo e Redecard.

Os gateways não cobram taxa variável sobre o valor da venda, apenas a taxa fixa por transação, fazendo com que essa opção seja mais econômica do que os intermediadores. Porém, o risco é do lojista, que, por segurança, deve contratar, nesse caso, um serviço antifraude.

Integração direta com adquirente

Essa opção é recomendada apenas para lojistas mais experientes, que têm uma equipe própria de desenvolvimento e segurança. O empreendedor negocia taxas diretamente com o adquirente. Por outro lado, você tem o controle de toda a experiência do usuário no e-commerce.

Enfim, cada uma das opções apresenta vantagens e desvantagens. Por isso, analise qual se adapta melhor à sua realidade.

Além disso, outra dica importante é evitar que o consumidor seja direcionado para outro site no momento do pagamento online. Quando um usuário se depara com uma série de formulários para efetivar a compra e, ainda, perde a conexão com a marca, é comum que repense sua decisão e que acabe abandonando o carrinho.

Insira os certificados de segurança

Os clientes de um e-commerce se preocupam com a segurança das informações que fornecem no momento da compra, como endereço, CPF e, principalmente, número do cartão de crédito.

Sendo assim, você precisa mostrar para esses consumidores que também está preocupado com a segurança deles. Isso deixará o usuário muito mais confortável em sua loja virtual.

E a confiança aumentará se, além de proteger as informações do cliente, você demonstrar sua preocupação com o assunto, adicionando selos que indicam a alta segurança do site. Já se sabe que a presença desses selos aumenta as taxas de conversão e vendas.

Além disso, uma ferramenta de proteção de dados é obrigatória, caso você aceite transações diretamente em sua página.

Existem, basicamente, dois tipos de ferramentas de segurança para e-commerce. Veja:

SSL (Secure Socket Layer)

O uso do SSL é obrigatório para quem possui ferramentas de compra ou cadastro na loja virtual. Funciona como uma proteção para os dados inseridos pelos usuários, impedindo que possíveis invasores roubem as informações dos clientes.

E saiba que algumas redes de adquirência, como a Cielo, exigem a utilização de um SSL.

Scan de Aplicação e IP

Essa ferramenta busca vulnerabilidades no site que possibilitariam que um invasor acesse o banco de dados para roubar informações. Quando o Scan aponta as falhas, a equipe de desenvolvimento pode resolver o problema.

Tenha uma boa ferramenta antifraude

Em comparação com o mundo físico, receber pagamentos online inclui riscos adicionais. Entre eles, sem dúvida, estão as fraudes digitais. Um suposto cliente, por exemplo, compra com cartão de crédito roubado e, só depois do envio do produto, o pagamento é desfeito. O que acontece? O lojista perde o dinheiro e o produto.

Nas lojas físicas, a rede de adquirência se responsabiliza pelo pagamento, inclusive em casos de fraude. Já nas vendas não-presenciais, a responsabilidade fica por conta do lojista.

Sendo assim, um método de detecção de fraude é fundamental para quem quer receber pagamentos online, com exceção — como vimos anteriormente — de quem opta pelo intermediador.

Contudo, caso opte por um gateway ou uma integração direta, é necessário que você contrate um serviço antifraude.

Faça um planejamento logístico

Lembre-se: não basta vender pela internet. É preciso também ter uma excelente infraestrutura de logística. Isso afeta diretamente na reputação da loja virtual.

Cada etapa deve fazer parte desse planejamento, desde a aquisição do produto por parte do empreendedor até sua entrega ao cliente. Não é para menos que essa fase representa um dos maiores custos para qualquer lojista.

Confira algumas dicas para que você consiga realizar um bom planejamento de logística de uma loja virtual:

Fornecedores

Feche parcerias com bons fornecedores, que trabalhem com produtos confiáveis. Dessa forma, você garante a excelente reputação do seu e-commerce.

Estoque

Um estoque organizado facilita a separação e envio rápido do produto para o consumidor. Só assim, você conseguirá cumprir os prazos informados no cálculo do frete.

Os produtos com maior saída devem ficar mais à vista para otimizar o trabalho. Além disso, fique atento à reposição.

Embalagem

Produtos bem embalados não sofrem danos durante o transporte. E como a embalagem é o primeiro contato físico do cliente com sua loja virtual, que tal promover sua marca por meio de pacotes exclusivos?

Preço do frete

Esse é um ponto decisivo para quem compra online. E pode ser um grande diferencial da sua loja. Por isso, procure parceiros de entrega que garantam agilidade ao processo, porém sem onerar demais o fluxo de caixa. Uma alternativa interessante são os motoboys e entregadores independentes.

Os Correios parecem ser a maneira mais simples e barata, entretanto, há um limite de peso e dimensões para envio, além do risco de atrasos por greves e outras paralisações.

Principalmente para entregas de longas distâncias, sempre pesquise o modelo com melhor custo-benefício.

Cadastre seus produtos

Com todos essas etapas iniciais resolvidas, chega a hora tão esperada: cadastrar os produtos na plataforma. Apesar da grande expectativa, deixe a pressa de lado e atente-se a alguns detalhes:

Foto

Ela precisa ter uma resolução média de 72 pixels para que o usuário consiga uma boa visualização, mas que, por outro lado, o site não fique sobrecarregado.

As fotos devem ter boa qualidade e mostrar os produtos a partir de diversos ângulos.

Ficha técnica

Todos os detalhes dos produtos devem ser informados. Aliás, quando o lojista fornece muitos dados de um item, ele faz com que usuários mais avançados na jornada de compra encontrem o site com mais facilidade e rapidez.

Descrição

Um texto para descrição deve ser fluido e chamar a atenção do consumidor para as vantagens do produto em questão, sempre instigando a imaginação e o desejo.

Comentários

É importante manter um campo de comentários para que os usuários que adquiriram um de seus produtos façam recomendações.

Isso ajuda no posicionamento do site nos mecanismos de busca, funciona como uma atualização da página e, ainda, contribui para que outros consumidores comprem a mercadoria.

Cuide do marketing

De nada adianta ter a loja pronta se as pessoas não conseguirem encontrá-la. E, para fazer com que os consumidores conheçam seu e-commerce, a melhor opção é o marketing digital.

Conheça algumas práticas que poderão promover o seu negócio logo abaixo.

Links patrocinados

São anúncios pagos que aparecem para o usuário que faz uma busca na internet. O interessante é que eles atingem exatamente o consumidor que está pronto para comprar. Por isso, essa é uma excelente estratégia para e-commerce.

Marketing de conteúdo

Também chamado de inbound marketing, seu objetivo é atrair a atenção das pessoas por meio de conteúdo relevante para o perfil do seu público-alvo. Ele acompanha a jornada do consumidor e é fundamental para uma estratégia de redes sociais ou e-mail marketing.

Redes sociais

Estar presente nas redes sociais contribui para a construção da reputação da loja. Além disso, essas mídias são muito importantes para quem quer se conectar com uma audiência engajada, gerando tráfego para o site.

Por meio das redes sociais, um grande número de pessoas pode conhecer seu produto, aumentando, assim, as chances de fechar novas vendas.

E-mail marketing

Ele leva, de maneira extremamente eficaz, conteúdo segmentado para seus leads. O e-mail marketing nutre com informações os consumidores em potencial até que estejam prontos para a compra. Além disso, essa estratégia pode ser utilizada em diversas situações, como lançamentos, promoções ou pesquisas.

Faça sua primeira venda

Seguindo todos esses passos, você estará preparado para realizar a sua primeira venda, mas não se esqueça: sua relação com o consumidor não termina com a confirmação da entrega do produto. Para manter o contato com esse cliente e, assim, continuar vendendo, é necessário fidelizá-lo. Nesse sentido, as estratégias de marketing, conforme já vimos, podem ajudar muito.

Além disso, cuide de cada detalhe da gestão, dando andamento aos processos administrativos:

  • registre sua venda;
  • dê baixa no estoque;
  • acompanhe o fluxo de caixa;
  • emita a nota fiscal do produto.

Com o crescimento da loja virtual, você precisará de um bom sistema de gestão empresarial, que ajuda, inclusive, a acelerar essas tarefas. Prefira um software que possa ser integrado à sua plataforma. Por isso, é importante escolher uma que possibilite esse tipo de integração. Caso contrário, você poderá encontrar problemas de gestão no futuro.

Essas ferramentas são conhecidas como ERP e automatizam o controle desse passo a passo, tornando-se fundamentais para operações com mais de 10 pedidos por dia.

Esse tipo de sistema também ajudará no importante trabalho de acompanhar os resultados do e-commerce. Com essas informações em mãos, você poderá rever suas estratégias, afinal, o mercado muda a todo instante e você precisa saber o momento de se atualizar.

Veja o que um ERP pode fazer pela sua loja virtual:

  • recebe o pedido de venda que foi gerado na plataforma;
  • verifica o pagamento (depósito bancário, cartão. boleto etc);
  • separa o pedido e confere a separação;
  • envia para o processo de embalagem;
  • emite nota fiscal eletrônica e etiquetas;
  • despacha a mercadoria;
  • acompanha a entrega do pedido;
  • mantém o cliente informado sobre a etapa do processo (rastreamento).

Ofereça suporte aos clientes

Depois das primeiras visitas e vendas da sua loja virtual, você precisará se preocupar com o suporte desses clientes. Segundo a Lei do E-commerce, qualquer empresa que opera nesse mercado precisa oferecer suporte 24 horas por dia 7 dias por semana, o que inclui pré e pós-venda.

Para quem está começando, é possível realizar o suporte diretamente por e-mail ou telefone. Com o crescimento do negócio, uma ferramenta de gestão de processos de suporte poderá ajudá-lo, principalmente a se organizar.

Quando o e-commerce estiver bem encaminhado, talvez seja necessária uma ferramenta mais sofisticada para garantir a eficiência necessária para essa fase da loja.

Enfim, o e-commerce é um mercado que vem crescendo, tanto que, em 2017, apresentou um faturamento de R$ 59,9 bilhões. A estimativa para 2018 é de um crescimento de 16%, com cerca de 220 milhões de pedidos durante o ano.

Porém, para se destacar entre as 71 mil lojas virtuais ativas no Brasil é necessário muito planejamento. Para ingressar no mercado ou migrar de loja física para virtual você precisa se preparar.

E, como vimos, são muitos os detalhes. Por isso, considere contratar uma empresa especializada em montar empreendimentos online, que poderá ajudá-lo com conhecimentos específicos da área.

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