Como criar uma estratégia competitiva para e-commerce?

por | 04/01/2018 | marketing digital

O relatório Webshoppers do E-bit trouxe informações relevantes sobre o mercado virtual brasileiro do primeiro semestre de 2017, a exemplo de seu faturamento que foi superior a R$21 bilhões. Assim, havendo um aumento de 7,5% ante ao mesmo período de 2016.

Observa-se que são números impressionantes, tendo em vista o período de instabilidade econômica. Contudo só os negócios que adotam uma estratégia competitiva conseguem se manter e obter bons resultados.

Neste  post vamos elucidar alguns pontos que podem auxiliar na elaboração de uma estratégia interessante para o mercado online. Também vamos trazer exemplos de ferramentas e metodologias para trazer diferenciais para a sua loja virtual. Acompanhe!

Como criar uma estratégia competitiva e ter um diferencial?

Significa que você precisa:

1. Traçar objetivos

Essa pode ser uma tarefa um pouco complicada, mas a boa notícia é que pode ser modificada conforme os gestores encontrem dificuldades ao definir as metas do negócio. Vamos começar entendendo quais são as características principais que os objetivos e as metas devem ter:

Específicas

Evite ideias vagas ou abstratas, uma vez que quanto mais claro e simples for o seu projeto, melhor será para a sua execução. Pense em exemplos do que pode ser feito para aumentar as vendas em 30%, ou como poderia aumentar o valor do ticket médio em R$ 20,00, entre outros.

Mensuráveis

Metas precisam ser mensuráveis, tendo em vista que sem o acompanhamento contínuo não tem como saber o que precisa de mais atenção.

Alcançáveis

Ser o maior e-commerce do país em 6 meses e alcançar um milhão de pedidos por mês são dois exemplos de métricas difíceis de serem alcançadas, pelo menos para um negócio recente. Procure ser realista e ter consciência do que terá condições de realizar.

Relevantes

A relevância, nesses casos, está ligada à consequência que os objetivos trarão ao empreendimento, influenciando, assim, no trabalho e na vida dos envolvidos.

Temporais

Refere-se ao prazo para concluir as metas e os objetivos. Sem um prazo, os envolvidos tendem a protelar, em especial nas tarefas mais difíceis.

2. Acompanhar a concorrência

Acompanhar os concorrentes não significa que você irá copiá-los, e sim que irá criar uma estratégia melhor, focando em pontos esquecidos por eles, a fim de conquistar aquele consumidor indeciso ou que verá a sua proposta como a ideal para ele. A concorrência tem muito a ensinar na elaboração da estratégia, auxiliando em pontos como o que fazer e o que não fazer.

3. Seguir as tendências

Seguir tendências é a melhor forma de agradar os clientes, além de saber como o mercado está se comportando e se manter atualizado. Por isso, é importante sempre estar a par do que é novo no mercado de e-commerce, e saber pautar o que é interessante para o seu nicho e o que não.

4. Ter planos de ação eficientes

Como o e-commerce vai agir quando o cliente clicar em comprar? Para garantir uma boa experiência de compra é preciso estabelecer processos claros que começam antes da venda e vão até o pós-venda. Formas de pagamento, atendimento, logística (e logística reversa), faturamento e feedback são alguns dos pontos que precisam estar impecáveis.

Lembre-se que existem períodos com alta demanda de pedidos e  eles merecem atenção redobrada para atender os clientes de forma eficiente, garantindo a satisfação deles. Assim, você conseguirá mais fidelizações e recomendações.

Ao conseguir dominar esses pontos, você estará preparado para criar um diferencial para o seu negócio, algo que fará com que a sua clientela opte pelo seu serviço, e não pela da concorrência. Também será esse diferencial que atrairá a atenção do cliente, desde que você faça a divulgação e interação adequada.

Quais ferramentas e abordagens que o e-commerce pode utilizar?

Entre as principais estão:

1. SEO – Search Engine Optimization

Talvez o SEO seja a metodologia mais eficiente para a criação de tráfego orgânico para o e-commerce. Funciona por meio da publicação de conteúdo relevante e de interesse do público com palavras-chaves procuradas nos buscadores. Quando os usuários fizerem pesquisas poderão encontrar a sua loja.

2. Adwords

Adwords é a ferramenta do Google em que os anunciantes podem adquirir espaços nas páginas do buscador ou nos sites associados à rede de display. A vantagem é que você define os valores mínimos para a campanha e a possibilidade de focar no remarketing com anúncios voltados aos usuários que acessaram o e-commerce, e não compraram.

3. Redes sociais

As Redes Sociais permitem entender o comportamento do público, conversar com ele, responder os seus questionamentos, aumentar as interações, gerar conversões, indicações, anunciar, inovar, etc. Por essas e outras razões é importante que a marca esteja nas redes sociais, interaja com o público e meça as métricas de vaidade.

4. Opções de pagamento

O preço praticado influencia na escolha, contudo é preciso ter outros diferenciais relacionados ao faturamento, como várias opções de pagamento disponibilizadas. Cartões de crédito e débito, transferências bancárias e boleto bancário são o mínimo que o e-commerce deve oferecer.

5. Promoções sazonais

Promoções servem para aumentar o faturamento, o ticket médio do e-commerce, fazer com que mais pessoas conheçam o negócio, escoar o estoque, entre outros. Procure buscar mais interações ao fazer as promoções e aproveite principalmente as datas comemorativas.

Quais os principais erros cometidos pelo e-commerce?

Cuidado para não cometer os seguintes erros:

1. Falta de uma descrição clara dos produtos

É muito bom comprar sem ter que sair de casa, além de conseguir preços interessantes e produtos diversos a qualquer hora do dia. Isso é algo que os e-consumidores já entenderam. Mas a compra não pode ser “no escuro” e, por isso, o e-commerce precisa disponibilizar descrições bem detalhadas, com imagens nítidas e, se possível, com vídeos e tutoriais de como usar os produtos. Também é importante apresentar as avaliações e recomendações dos clientes sobre os produtos ofertados.

2. Não estimular comentários e recomendações

Mencionamos no item anterior e agora novamente a importância das avaliações e recomendações. O motivo é simples, elas geram vendas, e não só isso, elas aumentam a confiança dos consumidores, que estão mais propensos as indicações de outros usuários do que de anúncios.

Como fazer isso? O estímulo pode ser feito por meio de Call to Action incentivando os comentários, os descontos, os bônus, as campanhas para que eles se aproximem da marca, entre outras abordagens.

3. Não atender os prazos

A compra pela internet gera uma expectativa que precisa ser positiva até o seu pós-venda. Para isso, é importante que o negócio se antecipe nas entregas, a fim de evitar queixas dos clientes, devoluções e uma má reputação na rede.

4. Site não responsivo ou lento

As vendas via dispositivos móveis cresceram 35,9% no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período de 2016 (fonte E-bit). É um percentual bem significativo para não levá-lo em consideração. Daí a obrigatoriedade de investir em mobile, principalmente em tornar o site responsivo aos vários tipos de tela de smartphones e tablets.

E não é só isso, pois uma estratégia competitiva deve prezar pela agilidade, sobretudo no carregamento de páginas, independentemente de o cliente estar acessando do computador ou de um dispositivo móvel.

Resolvemos as suas dúvidas? Aproveite e leia também este artigo que mostra quais são os tipos de negócios que funcionam na internet.

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