Como otimizar as vendas de varejo por meio da internet?

por | 17/01/2018 | ecommerce

A internet tornou-se um campo interessante para os gestores que desejam ampliar a atuação dos negócios físicos. Ser omnichannel, utilizar ferramentas de gestão/divulgação ou ter uma presença nas redes sociais são algumas das possibilidades.

Neste post vamos elucidar alguns pontos interessantes para a otimização de vendas que o varejo físico pode se beneficiar do varejo online. Acompanhe.

Site ou loja virtual?

Um negócio físico pode ter duas formas básicas de “vender” pela internet: um site para expor seus produtos, serviços, missão visão, valores, enfim, apresentar sua proposta e permitir que o público conheça, e entre em contato.

Já a loja virtual é destinada à venda de produtos e serviços de forma simples e objetiva. O usuário deve apenas escolher, efetuar o pagamento e esperar que o produto chegue no endereço cadastrado. Cabe aos gestores viabilizar que isso ocorra de forma eficiente, no menor tempo possível e que seja capaz de gerar lucro — a escolha depende das características do empreendimento, as metas e o nicho em que está inserido.

Por que o negócio deve estar na internet?

Independentemente da opção adotada, ter uma presença na internet é fundamental para reforçar a marca, e isso, durante 24 horas por dia e 7 dias na semana. É possível estabelecer um contato mais estreito com o consumidor, divulgar sua proposta, gerar conversões etc.

Além disso, ela oferece meios de mensurar suas ações de forma que dificilmente o varejo físico consegue fazer. Isso permite que as decisões sejam pautadas com base em números e não pela intuição.

Como otimizar as vendas com o varejo online?

As opções são quase infinitas; o e-commerce, por exemplo, movimentou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017. Contudo, o mercado é bem competitivo, o que exige um planejamento bem direcionado. Saiba mais sobre como preparar o seu negócio para ele:

1. Pesquise sobre o mercado e o público-alvo

A pesquisa vai ajudar a se posicionar no novo mercado de atuação e a evitar que você tome decisões baseadas em achismos. Inicialmente deve adotar ferramentas que permitam registrar os dados de navegação dos usuários e verificar como a concorrência atua.

Isso não significa que você terá que copiar suas ações, mas sim criar sua própria proposta, com seus diferenciais pautados principalmente nas falhas dos concorrentes e nos seus pontos fortes.

Além disso, criar questionários, pesquisar em fóruns, fazer testes e procurar saber a opinião do público por meio das redes sociais é sempre uma boa opção.

2. Defina objetivos e metas

Basicamente você deve responder o que você quer com a internet. Vender, divulgar e, a partir daí, determinar objetivos e metas para a presença digital, que podem se relacionar a estes indicativos:

  • número de conversões;
  • número de vendas;
  • participação nos resultados;
  • presença digital;
  • seguidores nas redes sociais.

3. Estabeleça um plano de ação

Processos organizados vão ajudar a dinamizar o tempo e evitar desgastes. Basicamente a empresa deve registrar quais ações devem ser realizadas em todas as áreas, levando em conta seu ciclo de vendas. O que será feito quando o usuário entrar em contato com a marca, como será conduzida a venda, entrega até o pós-venda/ feedback.

O ideal é que todos envolvidos saibam o quê e quando fazer, visando a agilidade. O que vai exigir controle de processos a partir de planilhas ou um software de gestão. Essa última opção é a mais interessante, pois permite conhecer as nuances do negócio, o desempenho dos colaboradores, ter controle das finanças e do estoque, entre outras variantes importantes para a estratégia.

4. Crie uma estratégia de divulgação online

Uma estratégia de divulgação online engloba recursos pagos e outros que exigem tempo — como a produção de conteúdo. Destacamos algumas das mais importantes logo abaixo:

Anúncios nos buscadores

Existem diversas opções de buscadores anunciáveis, como o Google, por exemplo. A vantagem aqui está em determinar valores para cada anúncio, segmentar conforme as palavras-chaves, perfil do público e demais variantes que tornem essa publicidade eficaz.

Inbound marketing

Essa é uma forma de se comunicar com o público por meio do conteúdo, que pode informá-lo, entretê-lo e demonstrar como usar um produto — em função de aproximar o público da marca. Dessa forma, quando for o momento do usuário tomar a decisão sobre a compra, ele já terá uma relação de confiança com a empresa que lhe forneceu tais informações.

Esse recurso também oferece a possibilidade de ser encontrado por meio de pesquisas nos buscadores e garante o alcance a diferentes nichos, além de se mostrar uma alternativa mais duradoura, em termos de tempo de exibição, em relação a outros tipos de publicidade. Um blogpost, por exemplo, pode ser útil por meses ou anos.

Redes sociais

As marcas podem conversar com seus clientes, resolver seus questionamentos, divulgar promoções e ofertas, pesquisar e muito mais. As redes sociais, como o Facebook, permitem até acompanhar as métricas de vaidade para aperfeiçoar a estratégia.

E-mail marketing

De acordo com o MarketingSherpa, 72% dos consumidores acreditam que o e-mail é o canal mais adequado para receber comunicações de empresas e marcas. Trata-se de uma ferramenta que traz retorno, contudo, é importante criar listas por meio de convites e landing pages, que fornecerão os contatos dos usuários que estão mais propensos a receber as mensagens.

Remarketing

O remarketing serve para cativar aquele usuário que entrou no site, viu as ofertas, adicionou produtos ao carrinho, mas não comprou. A ideia aqui é direcionar anúncios, e-mails e conteúdo para incentivar o retorno do interessado.

Você pode disponibilizar ofertas, depoimentos de outros clientes, anúncios com os produtos previamente visualizados e outras abordagens para que ele dê continuidade à compra.

É importante pautar suas ações, conforme o público-alvo, suas preferências, necessidades, poder aquisitivo e, principalmente, seus hábitos. Daí a necessidade de adotar ferramentas de mensuração e análise de informações — como o Google Analytics, responsável por coletar dados de acesso, páginas visitadas, comportamento e outras informações relacionadas ao site.

5. Tenha um e-commerce

Pode ser uma extensão do negócio físico com a vantagem de utilizar a credibilidade da marca ao seu favor. Porém, um bom e-commerce precisa de alguns recursos para funcionar adequadamente. Veja:

  • plataforma de e-commerce para sustentação ao negócio no meio virtual;
  • informações claras — principalmente na cobrança de frete, garantia e aspectos legais;
  • layout responsivo e amigável, com cores adequadas à proposta;
  • buscador, menu com categorias, botões visíveis e possibilidade de retornar à página inicial;
  • cadastro facilitado para evitar desistências;
  • formas de pagamento versáteis e completas;
  • certificados de segurança.

A ideia aqui é oferecer um ambiente seguro, capaz de passar credibilidade ao consumidor e entregar valor a ele. Assim, é possível criar uma relação proveitosa e de confiança.

6. Seja omnichannel

Isso significa que parte das ações podem ser integradas entre o varejo online e físico. O negócio pode propor, por exemplo, que o cliente comece a compra no site e faça a retirada do produto na loja física pelo mesmo preço — isso pode ser feito por meio da impressão de um cupom, por exemplo. A ideia aqui é buscar a convergência e o bom atendimento, independentemente do canal de compra.

Gostou do que leu? Então, aproveite e leia este artigo que indica sete ferramentas indispensáveis para quem possui e-commerce.

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