Qual é a melhor plataforma para loja virtual? Veja aqui!

por | 18/02/2019 | ecommerce

Se você trabalha com comércio nos dias de hoje, já deve ter se perguntado qual a melhor plataforma para loja virtual, certo? Bom, a resposta para essa pergunta depende de uma série de fatores.

Cada tipo de negócio virtual apresenta diferentes necessidades e estágios — e as plataformas, por sua vez, dispõem de características específicas, capazes de atender a esses requisitos. Pensando nisso, no post de hoje vamos apresentar algumas informações para lhe ajudar nessa escolha.

Veremos quais são os principais tipos de plataforma, os critérios a se levar em consideração, entre outros pontos. Continue lendo para conferir!

Critérios para encontrar a melhor plataforma para e-commerce

Como dissemos, cada ferramenta apresenta suas especificidades e vantagens. Ainda assim, alguns critérios comuns devem ser levados em conta para fazer uma escolha condizente com a realidade do seu negócio. Vamos a eles:

A situação atual do seu negócio e suas necessidades

Quais são os objetivos da sua empresa? O que ela faz e o que é preciso para alcançá-los? Quais são suas principais oportunidades e desafios? Essas são perguntas simples, mas que exigem atenção, uma vez que sinalizam os recursos que a plataforma precisa oferecer para atender as demandas do negócio.

Avalie também se ele está fase inicial ou se já tem mercado — afinal, suas estratégias serão diferentes dependendo do estágio do negócio e da experiência dos gestores. Uma loja que se encontra no estágio inicial pode exigir menos recursos do que um empreendimento já estruturado e posicionado no mercado, por exemplo.

As possibilidades de integração

A integração de sistemas é uma das apostas dos gestores atuais para estreitar e automatizar processos, o que rende uma economia de tempo, aumentando potencialmente os resultados. Entres as principais ferramentas, nesse sentido, podemos citar:

  • ERP — integra todas as informações e atividades do e-commerce, como logística, vendas, fiscal, estoque etc.;
  • CRM — reúne e possibilita a administração de informações a respeito dos usuários do site, de forma mais rápida e simplificada. Assim, é possível entender o negócio, planejar estratégias, tomar decisões pautadas em dados etc.;
  • intermediador de pagamentos — permite que a loja virtual ofereça formas variadas de pagamento e repassa os valores (cobrando taxas) para o lojista;
  • marketing e comunicação — automatização de ações em redes sociais, envio de e-mail, sincronização de dados sobre anúncios, ROI (Retorno Sobre o Investimento), entre outras práticas para a divulgação da proposta e conversão de clientes;
  • marketplaces — muitos lojistas utilizam mais de um canal de vendas, como os marketplaces. Há aplicações específicas para acompanhar os pedidos em ambas as interfaces, mas algumas plataformas também oferecem serviços com um baixo custo adicional.

Com essa integração, vale dizer, o lojista pode anunciar em diferentes marketplaces e manter o controle em um só painel. Assim, é possível sincronizar informações, como preços e prazos, e automatizar atualizações.

Os custos da plataforma

Existe uma grande variação de investimentos para cada plataforma — e, muitas vezes, esse custo está relacionado às funcionalidades que ela apresenta.

O ideal é destinar 30% ou menos do orçamento total para a plataforma. Se o custo for superior a esse percentual, procure alternativas que reduzam o investimento, mas sem perder a qualidade.

Quanto a isso, é possível destacar aqui alguns custos:

  • domínio — é o endereço do site. Seu custo costuma ser de R$ 30 anuais;
  • licença — pode ser paga anualmente, uma só vez ou mensalmente;
  • servidor — pago mensalmente, seu valor depende da solução contratada;
  • programador — pago uma só vez, quando for necessário ou contrato contínuo;
  • designer ou template;
  • intermediador de pagamento — seu custo é aplicado por venda concretizada;
  • ERP e demais ferramentas de integração;
  • certificado de segurança e blindagem do site;
  • marketing.

O suporte oferecido

Antes de assinar o contrato, ainda é fundamental certificar-se de como funcionará o suporte da plataforma. Todas as atribuições e responsabilidades devem estar descritas de forma clara, como:

  • a quantidade de horas de suporte;
  • o horário disponível;
  • o tempo médio de resposta;
  • os meios pelos quais é possível entrar em contato com a empresa.

Para o caso de uma plataforma open source — ou seja, de código aberto — o negócio deve definir também como será feito o backup de dados e desenvolver práticas de segurança.

Outro ponto de grande relevância abrange o suporte em caso de migração de plataforma; afinal, muitas “se esquecem” do cliente quando ele deseja mudar de fornecedor. É preciso estar resguardado nesse sentido, principalmente em aspectos como os dados dos usuários, seus produtos cadastrados, entre outras informações.

A possibilidade de crescimento

Por fim, não adianta desenvolver um modelo de negócio escalável se a plataforma não consegue acompanhar o seu desenvolvimento, certo?

Basicamente, ela deve ser capaz de sustentar o tráfego maior em situações específicas — como Black Friday, natal e outras datas comemorativas —, além de oferecer ferramentas para ampliar os seus resultados a longo prazo.

A melhor plataforma para loja virtual

Imagine agora que existam milhares de programadores desenvolvendo todas as ferramentas e oportunidades descritas até aqui, e que você consiga tudo isso, muitas vezes, sem ter que pagar a mais?

Apesar de várias opções no mercado oferecerem soluções completas, as de modalidade open source ainda se mostraram mais eficientes. Então, qual a melhor plataforma para loja virtual? Magento é a resposta. Vejamos por quê.

Tem um código livre e maleável

Sendo uma solução de código aberto, seu código-fonte pode ser acessado apenas por proprietários e desenvolvedores da loja virtual. Tal acesso, concedido após o download livre, proporciona mais liberdade e flexibilidade na construção do e-commerce. Dessa forma, é possível modificar as funcionalidades para atender às suas demandas.

Apresenta interface amigável

Aliás, não só é amigável, mas também robusta e bastante funcional. Mesmo sua versão Community já suporta 500 mil produtos cadastrados e 80 mil ordens de serviço por hora.

Oferece vários plugins

Lembra-se de todas as ferramentas que mencionamos ao longo deste texto? Algumas delas já estão pré-instaladas na plataforma — e aquelas que não estiverem podem ser implementadas por meio dos plugins.

É responsivo

A Magento foi uma das primeiras plataformas a investir em mobile. Portanto, as lojas que a usarem podem ser totalmente responsivas, atendendo ao público que utiliza o smartphone para fazer compras.

Facilita o SEO

Essa plataforma ainda facilita o uso de ferramentas e estratégias para os mecanismos de busca, como redirecionamento de endereços, uso de meta tags, URLs amigáveis e muito mais.

Enfim, apresentamos apenas alguns motivos para mostrar que a Magento é, sem dúvida, a melhor plataforma para loja virtual. Além de todos esses benefícios, é possível contar com desenvolvedores e empresas com gabarito no mercado — o que ajuda a impulsionar o seu negócio e alcançar bons resultados.

Então, gostou do nosso conteúdo? Agora que você sabe qual a melhor plataforma para loja virtual, entre em contato conosco e veja nossas soluções específicas para as necessidades do seu negócio!

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