Vendas pela internet: onde você está errando?

por | 12/12/2017 | ecommerce

Segundo dados da consultoria Forrester Research, em pesquisa encomendada pelo Google, o e-commerce brasileiro vai dobrar sua participação no varejo até 2021, chegando a faturar R$ 84,7 bilhões. As projeções são bem otimistas, mas mesmo assim muitas lojas virtuais ainda pecam em fatores considerados primordiais e, em um mercado tão competitivo, alcançam resultados abaixo do esperado.

Muitas vezes, os gestores não sabem onde estão errando ou adotam práticas que não funcionam. Para auxiliar, preparamos este post apontando os erros mais comuns ao vender pela internet. Acompanhe!

Não ter uma estratégia de e-mail marketing

O e-mail marketing é uma das ferramentas que trazem mais retorno ao investimento. Estudo realizado pela MarketingSherpa, empresa americana de pesquisa em marketing, revelou que 72% dos consumidores acham que o e-mail é o melhor canal para receber comunicação das marcas.

Agora que você já sabe como é importante contar com essa ferramenta, terá que elaborar uma estratégia pautada em objetivos bem definidos, começando pela criação de uma base sólida de endereços de e-mail. O primeiro erro aqui é adquirir listas de e-mails, pois os usuários podem não estar propícios a receber suas mensagens. O ideal é solicitar que eles autorizem o recebimento no seu site, blog ou redes sociais.

Outro erro comum é não dividir os clientes em subnichos e assim enviar conteúdo conforme suas necessidades/preferências. O e-mail marketing não serve apenas para repassar ofertas, mas também para entender os hábitos do consumidor, informá-lo e, acima de tudo, mantê-lo próximo.

Não descrever o produto com clareza

As compras pela internet são um pouco mais complicadas do que as realizadas no estabelecimento físico, já que o consumidor não pode tocar ou experimentar o produto. Essas limitações exigem do e-commerce descrições detalhadas dos produtos à venda com fotos nítidas e de diferentes ângulos, informações relevantes e, se possível, vídeos, manuais de como usar, descrições feitas por outros consumidores e tudo o que for útil para melhorar a experiência de compra.

A loja virtual deve criar seu próprio texto trazendo informações obrigatórias, como tamanho, peso, medidas, como usar. Ao criar essa descrição ao invés de copiar a do fabricante, tem a possibilidade de otimizar a busca quando o usuário fizer uma pesquisa no Google, por exemplo.

Com uma pesquisa de palavras-chave relevante, o consumidor pode encontrar o seu negócio pela descrição do produto, ajudando também no posicionamento de seus produtos nas páginas de resultados dos buscadores.

Não fazer campanha nas redes sociais

As redes sociais permitem que a empresa converse com o cliente, responda seus questionamentos, interaja com ele, conheça-o mais a fundo, além de gerar conversões e indicações. As principais marcas estão nas redes sociais sempre buscando interagir e inovar com o seu público. Seu e-commerce precisa fazer o mesmo, com campanhas capazes de gerar engajamento e resultados.

Em linhas gerais, as campanhas nas redes sociais podem servir para trazer público diretamente para o e-commerce, por meio de ofertas, promoções ou nutrir as métricas de vaidade, como número de curtidas, compartilhamentos ou comentários. São interações que ajudam a marca a ficar mais conhecida, contudo é só a primeira etapa, uma vez que é preciso estimular os seguidores a dar o passo seguinte até a conclusão da venda.

Não ter uma boa solução de pagamento

Um dos principais motivos dos carrinhos abandonados no e-commerce é a falta de soluções de pagamento favoráveis. Não basta contar com os serviços de um gateway de pagamento/intermediador se ele apresentar falhas como inconstância nos serviços ou taxas altas de juros no parcelamento, por exemplo.

Basicamente a sua solução de pagamento deve ser estável, rápida, segura, integrar perfeitamente a sua plataforma de e-commerce e oferecer as principais opções de pagamento disponíveis no mercado. Cartão de crédito de diferentes bandeiras, débito, transferências e boleto bancário são algumas das formas de pagamento que não podem deixar de ser oferecidas. Se preferir, tenha mais opções, a exemplo dos bitcoins, cujos usuários têm crescido bastante.

Não produzir conteúdo

Entre as formas de divulgação/comunicação de negócios na internet, o inbound marketing é um dos mais interessantes para o e-commerce. Trata-se de uma forma de se aproximar dos seus clientes em potencial, informá-los e instruí-los a usar um determinado produto. Dessa forma, quando for o momento de eles adquirirem um produto ou serviço poderão comprar de você.

Em relação aos anúncios em mídia paga, o conteúdo é uma forma de comunicação que pode durar mais, além de trazer retornos mais expressivos nas conversões e alcance. Permite impactar o público de forma orgânica e mais natural, sendo mais barata do que outras formas de divulgação.

Apesar dos benefícios, é um erro criar conteúdo sem um planejamento, que deve partir dos objetivos do negócio e da campanha. A partir daí é interessante pesquisar as palavras-chaves, tipos de conteúdo e abordagens mais relevantes para o público.

Não ter uma integração com marketplaces

Marketplaces podem ser classificados como os shopping centers da internet. Os mais conhecidos do público brasileiro são o Submarino, Mercado Livre, Americanas e Magazine Luiza, que vendem seus produtos e os produtos de outros vendedores, chamados sellers. Um e-commerce também pode ser um seller, criando uma loja dentro do marketplace sem comprometer o andamento das operações que já realiza.

Muitos gestores têm visto com bons olhos as oportunidades geradas pelos marketplaces. Geralmente eles cobram apenas a comissão pelos produtos vendidos e, em troca, os sellers ganham com divulgação, não têm custos com hospedagem, com intermediadores de pagamento, segurança, têm maior visibilidade e podem se beneficiar de métodos como a cauda longa, quando um usuário procura um produto e acaba comprando outro por ser exposto ao anúncio.

Lojas virtuais menores conseguem agregar valor a sua marca e têm mais facilidade de atingir mais pessoas, sem contar com uma estrutura grande, uma vez que o marketplace oferece recursos para potencializar as vendas.

Assim como outras estratégias, é importante pesquisar para optar pelo marketplace que mais se adequa à personalidade do negócio. É preciso se atentar à reputação, como funciona a integração e o repasse de valores, comissão cobrada, as facilidades oferecidas, se a proposta pode ser benéfica ao seu nicho e se atende bem o público.

As vendas pela internet podem ser lucrativas, contudo é preciso ter paciência, conhecimento acerca do nicho de atuação e, principalmente, controle das suas ações. Assim, é possível conquistar o seu espaço e se mostrar mais competitivo.

Resolvemos a sua dúvida? Entre em contato conosco para que possamos apresentar mais formas de conseguir bons resultados no seu negócio!

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